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Charles Worth: o pai da alta-costura

29/08/2019
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Quem aqui não ama comprar seu pano estampado favorito e levar aquele modelo de look para que a costureira faça igual, né? Teve uma época em que as roupas eram feitas somente assim, e mais: somente o cliente podia opinar e escolher exatamente como queria. As sugestões de alfaiates e costureiras não eram levadas muito em conta. Isso era assim até a metade do século XIX. Mas tudo mudou com a chegada de Charles Worth, um inglês radicado em Paris que mudou a visão sobre a confecção de roupas. E é sobre a história dele, o pai da alta-costura, que vamos falar hoje!


O estilista foi responsável por grandes mudanças na história da moda, dividindo a moda em duas estações por ano – primavera/verão e outono/inverno. Além disso, Worth criou modelos únicos e exclusivos que eram executados com antecedência em desfiles com modelos. Nasceu então o estilista e a alta-costura, o criador de moda que exteriorizava seu gosto e suas vontades no processo de elaboração de roupas, assinando suas criações.


Worth também foi o responsável pelo uso da crinolina, que anos depois foi extinta pelo próprio. Os modelos criados por Worth possuíam anquinhas, silhueta dominante, além de serem famosos pelos tecidos luxuosos, aplicações de renda e bordados e pelo caimento impecável. Além disso, na época, Worth distribuía suas coleções para diversas mulheres das realezas da Europa. Também foi o primeiro a vender moldes de tecidos para reprodução para os EUA.


Criações e inovações de Worth


Uma das grandes inovações do pai da alta-costura, na época (meados de 1958), foi a Casa Worth, a casa de alta-costura de mais prestígio em Paris no início do século, vestindo a elite rica, que incluía a realeza europeia, herdeiras estadunidenses e atrizes famosas.


Suas criações do início da década eram extremamente caras e, às vezes, tinham uma exuberância quase vulgar. Além disso, Charles implantou uma série de inovações no ramo da moda, como a afixação de etiquetas nas peças, identificando a marca; a criação de coleções sazonais e a utilização de modelos reais para demonstração de suas peças, idealizando, inclusive, a haute couture (alta-costura).


Worth quase foi à falência na queda do segundo império, em 1870, fechando as portas da sua casa e reabrindo-a um ano depois. Entretanto, mesmo com o acontecido, continuou sendo muito querido pelas celebridades da época, afinal, oferecia peças com tecidos de qualidade e que apresentavam formas simples de deixar a silhueta das mulheres mais elegante.


Worth morreu em 1895, mas sua Maison continuou funcionando através da administração de seus filhos até o ano de 1952. De qualquer forma, até hoje, incentiva milhares de estilistas e pessoas que são envolvidas com o mundo da moda e das roupas, além de ser uma grande referência dentro da história da moda.


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